13 de Julho


Hoje é 13 de Julho e eu me visto de preto e vermelho...
O Sol despontou cedo e nenhuma nuvem quis interpor o seu caminho deixando ele fazer deste um lindo Sábado.
Pela manhã coloquei a mochila nas costas junto com meu patins e fui ao parque praticar.

Uma paixão que surgiu quando era criança, junto com a febre dos anos 90 que pegou muita gente. Fiquei anos sem ter um patins para praticar. Ano passado porém, me dei este presente que tem me forçado a ser mais equilibrado, se é que me entendem.

Além de relembrar momentos da infância com meus primos patinando na rua de casa, das quedas, joelhos e rodas estouradas pelo asfalto novo, também revivi emoções e quedas hoje no parque. Diferente de andar de bicicleta, o patins a gente esquece.

Mas toda paixão tem dessas coisas, dores e alegrias, quedas, saltos, manobras, as vezes andamos de costas, as vezes corremos, as vezes queremos apenas sentir devagar...

Compartilhar paixões, um dos desejos que temos. Compartilhar com quem gostamos, ter interesses em comum, buscar essa compatibilidade de sensações no outro. Em você.

O Dia não terminou tão bem quanto começou, e agora no trem de volta pra casa, o frio domina o vagão. O Barulho, meu fone quebrado e memórias de uma briga. O peito fica apertado, os momentos se repetem em nossas cabeças, repensamos, recriamos nossas respostas, repensamos atitudes.
Meu vermelho foi adorno, meu preto minha camuflagem nas ruas totalmente escuras do meu bairro. Faltou Luz.   

Neste dia, em outros tempos uma das maiores cidades do mundo também ficou na escuridão. Jogos e concursos foram realizados em busca dos melhores e mais belos. Nasceram atores, compositores… se foram Papas e herdeiros, Bochechas sem Claudinhos...

O 13 alterna luz e sombra.

Que eu saiba apreciar o contraste de outros “treze” como este em minha vida.

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